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Jones Lang LaSalle regista proveitos líquidos de $84 milhões em 2008

Receitas de $2,7 biliões em 2008 mantêm-se face a 2007, apesar do abrandamento económico


A Jones Lang LaSalle Incorporated (NYSE: JLL) anunciou proveitos líquidos – de acordo com o standard contabilístico e fiscal U.S GAAP - de $84 milhões (€64,2 milhões) – de $2,44 (€1,86) por acção – para o ano concluído a 31 Dezembro de 2008. Excluindo Despesas de Reestruturação e ajustando alguns impactos da contabilização de aquisições, os proveitos líquidos de 2008 teriam sido de $127 milhões (€97,1 milhões) – ou $3,71 (€2,83) por acção. Os proveitos operacionais em 2008 foram de $151 milhões (€115,5 milhões) e o EBITDA da empresa foi de $233 milhões (€178,4 milhões) em 2008.
No 4º trimestre de 2008, os proveitos líquidos ascenderam a $41 milhões (€31,3 milhões) - $1,17 (€0,89) por acção – e os proveitos operacionais no mesmo período foram de $72 milhões (€55,1 milhões). O EBITDA do último trimestre de 2008 foi de $95 milhões (€72,7 milhões).
 
Destaques anuais (2008):

Crescimento forte a nível do outsourcing corporativo global
As receitas do negócio no Continente Americano cresceram 22% para os $933 milhões (€714,7 milhões), impulsionadas pela fusão com a Staubach e o outsourcing corporativo
Os proveitos operacionais ascenderam a $151 milhões (€115,5 milhões) e o EBITDA a $233 milhões (€178,4 milhões)

Os resultados de 2008 contemplam 15 aquisições concluídas durante o ano, com destaque para as da Staubach Company e da Kemper, incluindo também $18 milhões (€13,7 milhões) de amortizações intangíveis e $7 milhões (€5,3 milhões) de custos de integração relacionados com estas duas aquisições. No último trimestre, as amortizações intangíveis rondaram os $8 milhões (€6,1 milhões) e os custos de integração os $5 milhões (€3,8 milhões).
 
Os resultados anuais incluíram ainda custos com indemnizações de $23 milhões (€17,6 milhões), resultantes da redução do número de colaboradores, por forma a reflectir a diminuição antecipada das receitas em determinadas áreas de negócio, influenciada pelo abrandamento da economia e pela contracção do crédito. Os custos de integração para as aquisições, bem como os custos de indemnização, são integrados como Despesas de Reestruturação quer para os resultados anuais quer para os do 4º trimestre. As Despesas Totais de Reestruturação em 2008 foram de $30 milhões (€22,9 milhões), estando excluídas dos resultados operacionais anuais e trimestrais, apesar de incluídas no balanço consolidado.

As receitas anuais ascenderam a $2,7 biliões (€2,06 biliões) quer em 2008 quer em 2007, apesar das descidas acentuadas nos níveis transaccionados nas áreas de Capital Markets e Hotéis. As receitas dos Serviços Transaccionáveis decresceram 8% face a 2007 para os $1,4 biliões (€1,07 biliões); contudo, sem considerar as áreas de Capital Markets e de Hotéis, estas receitas a nível anual cresceram 14% face ao ano anterior, para os $1,1 biliões (€ 842 milhões).
 
As receitas dos Serviços de Gestão cresceram 22% para os $882 milhões (€675,1 milhões) em 2008, com todas as regiões operacionais a contribuírem para o crescimento. Os fees de consultoria da LaSalle Investment Management cresceram 13% em termos anuais para os $278 milhões (€212,8 milhões) e os fees de incentivo foram de $59 milhões (€45,1 milhões), comparados com os $88 milhões (€67,3 milhões) em 2007. As aquisições concluídas em 2008 contribuíram com $193 milhões (€147,7 milhões) para as receitas anuais e com $104 milhões (€79,6 milhões) para as do último trimestre.

No 4º trimestre de 2008, as receitas foram de $797 milhões (€610,2 milhões), um decréscimo de 8% face aos $862 milhões (€660 milhões) registados em igual período do ano anterior, tendo em conta o impacto das taxas de câmbio à medida que o dólar americano se fortaleceu, e um decréscimo de $106 milhões (€81,1 milhões) nas receitas desde o último trimestre de 2007. No âmbito das divisas locais, as receitas cresceram 1% face a igual período do ano passado. As receitas dos Serviços Transaccionáveis, excluindo as áreas de Capital Markets e Hotéis, foram de $365 milhões (€279,3 milhões) no 4º trimestre, um crescimento de 9% face ao ano anterior, enquanto que os Serviços de Gestão registaram receitas de $247 milhões (€189 milhões), um aumento de 10% face a igual período do ano anterior.

“Através de um trabalho focado nos nossos clientes, conquistámos quota de mercado e mantivemos as receitas em 2008, tendo conseguido, em paralelo, gerir de forma controlada os nossos custos”, disse Colin Dyer, Chief Executive Officer da Jones Lang LaSalle. “Com os desafios de 2009, iremos focar-nos no nosso conhecimento exaustivo dos mercados e na nossa capacidade de trabalho para proporcionar valor aos nossos clientes. Permaneceremos flexíveis em todas as nossas operações, de forma a alinhar a empresa com as actuais condições de mercado”, acrescentou o mesmo responsável.