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Lisboa

O Fim do Retalho Silencioso e a Idade da Informação

Quinta parte do relatório Retail 2020 da Jones Lang LaSalle


A Jones Lang LaSalle divulgou hoje o quinto capítulo do estudo Retail 2020, denominada «The End of Silent Retailing». O Retail 2020, lançado a 28 de Maio através de um website interactivo feito à medida, apresenta as perspectivas, para os próximos 10 anos, sobre o panorama global de retalho que está em constante mutação.

O futuro do marketing na área de retalho passará, sem dúvida, por estar envolvido no diálogo entre consumidores, mas também na criação das suas próprias conversas. Até agora, a indústria do retalho manteve-se bastante silenciosa no que respeita a comunicação com as pessoas, mas a importância crescente da internet irá não só permitir como exigir que os retalhistas tenham voz.

O «End of Silent Retailing» aborda a forma como o crescimento das novas tecnologias irá criar um novo imperativo para os retalhistas: entrar em diálogo com os consumidores. Explora o modo como as redes sociais permitem aos retalhistas tornarem-se parte da vida real dos consumidores e como esta realidade terá impacto na experiência de compras como um todo. O capítulo analisa ainda como é que os retalhistas terão cada vez mais informação sobre os seus clientes e qual a melhor forma de utilizar esta informação.

Manuel Puig, director geral da Jones Lang LaSalle Portugal, comenta: “Os retalhistas já começaram a conversar com os seus clientes via Facebook, Twitter e aplicações iPhone. Contudo, continuam a existir muitos lojistas que terão ainda de abordar os seus clientes através destas tecnologias e, ao longo da próxima década, dar resposta a este fenómeno crescente será uma parte essencial de um retalho bem sucedido”.

Robert Bonwell, CEO de EMEA Retail na Jones Lang LaSalle, disse: “Ao adoptar uma abordagem mais interactiva, os retalhistas estarão em posição de criar relacionamentos mais próximos com os consumidores. Os retalhistas necessitarão de abrir mão de algum controlo sobre as suas marcas e permitir aos consumidores que as moldem à sua imagem, mas a recompensa será uma melhor compreensão dos hábitos de consumo das pessoas”.

Bonwell concluiu. “Esta estratégia permitirá aos retalhistas aceder a dados sofisticados que lhes permitam comercializar os seus produtos de forma personalizada e não para uma audiência massiva. A próxima década será palco de uma competição pela posse desta informação sobre o consumidor e os retalhistas que tenham ferramentas analíticas avançadas para descodificar abordagens inteligentes a partir desta informação serão os vencedores”.

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