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Lisboa

Jones Lang LaSalle divulga rendas de centros comerciais na Europa

Valores em Portugal ascendem a 950€/m²/ano


A Jones Lang LaSalle divulgou o seu mais recente Shopping Centre Rental Map, que ilustra as actuais condições de mercado num conjunto de países europeus, disponibilizando uma visão rápida sobre as rendas prime dos centros comerciais, bem como uma perspectiva a curto prazo da evolução deste valores.

Na Europa, as rendas prime de centros comerciais mais elevadas durante o 1º trimestre de 2010 foram atingidas no Reino Unido, com 1.900€/m²/ano, seguido da França (1.700€/m²/ano). A terceira posição cabe à Rússia (1.500€/m²/ano), a que se seguem os restantes mercados da Europa Ocidental. Devido à limitada disponibilidade de espaços prime em muitos centros comerciais europeus, a perspectiva para a evolução das rendas prime na maioria dos mercados é de estabilidade, apesar do inevitável abrandamento da procura ocupante ao longo dos últimos 18 meses.

No 1º trimestre de 2010, Portugal apresentava rendas na ordem dos 950€/m²/ano, acima da Espanha, onde os valores prime rondavam nesse período os 850€/m²/ano. Para o mercado nacional de centros comerciais, a expectativa, à semelhança de muitos outros congéneres europeus, é de estagnação das rendas praticadas para os próximos seis meses.

James Dolphin, Head de European Retail Agency da Jones Lang LaSalle, afirma: “Apesar de algum abrandamento da procura de espaços nos últimos 18 meses, as perspectivas para as rendas prime nos centros comerciais na maioria dos mercados europeus são de estabilidade. A escassez de produto prime e um pipeline limitado de nova oferta irá contribuir ainda mais para o potencial de crescimento de rendas dos melhores produtos nas melhores localizações. Os mercados que irão registar um maior crescimento nos próximos seis meses serão a Rússia e Finlândia. Contudo, a pressão decrescente continua a verificar-se nas rendas em algumas localizações, tais como a Espanha, a Irlanda, a Roménia e a Hungria, sobretudo devido aos constrangimentos na economia e ao crescimento expectável do desemprego”.

“De forma geral, a dinâmica do retalho e a procura contínua de centros comerciais prime por parte de novos retalhistas, a par das oportunidades de uma gestão activa, deverão continuar a permitir proteger os melhores projectos das condições desafiantes de ocupação”:
 
 
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