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Lisboa

Fazer compras no Estrangeiro – A caminho do Oriente

Sétimo capítulo do relatório Retail 2020 da Jones Lang LaSalle


A Jones Lang LaSalle divulgou hoje o sétimo capítulo do estudo Retail 2020, denominado «Going East». O Retail 2020, lançado a 28 de Maio através de um website interactivo feito à medida, apresenta as perspectivas para os próximos 10 anos sobre o panorama global de retalho que está em constante mutação.

A sétima parte do relatório analisa o movimento contínuo que os proprietários e ocupantes da Europa Ocidental têm vindo a realizar em direcção aos mercados de consumo do Leste, menos desenvolvidos mas que registam um rápido crescimento. A crescente saturação dos mercados de retalho na Europa Ocidental tem sido um forte incentivo para os retalhistas e investidores expandirem os seus horizontes para os mercados de Leste, particularmente a Índia e a China, que têm mercados de retalho não consolidados mas com populações de consumidores em crescimento.

Robert Bonwell, CEO EMEA Retail da Jones Lang LaSalle, disse: “A China e a Índia deverão continuar a registar crescimento económico ao longo da próxima década e os salários em crescimento irão colocar os níveis de procura num patamar mais elevado. A crescente classe média desses países gosta das marcas ocidentais, particularmente as de luxo, que estão cada vez mais ao seu alcance. Esta é uma tendência de longo-prazo que nenhum retalhista ou proprietário de centro comercial pode ignorar, especialmente porque a Índia e a China são dois dos países mais populosos do mundo”.

James Dolphin, Head de pan-European Retail Agency da Jones Lang LaSalle, afirma: “Embora se preveja que a indústria de retalho europeia canalize mais recursos para a sua expansão rumo ao Leste, existirão igualmente movimentos para mercados mais próximos dos domésticos. Com governos estáveis, níveis de dívida reduzidos e populações em crescimento, os países Nórdicos serão atractivos para os retalhistas expansionistas, com marcas internacionais de peso já a delinear e a trabalhar nas suas estratégias de expansão para estes países. Na Rússia, os preços crescentes do petróleo e do gás irão aumentar ainda mais o poder de compra e quem entrar no mercado até 2020 será bem recompensado”.

O Egipto e a Turquia são outros dois países que suscitam interesse. A Turquia tem estado no radar dos retalhistas há vários anos mas continuará a oferecer inúmeras oportunidades ao longo da próxima década. O Egipto, contudo, só agora começou a registar uma actividade considerável e será um mercado emergente decisivo para os players com uma estratégia global.

Bonwell acrescenta: “Apesar das diversas oportunidades no Leste, a expansão com sucesso continuará a ser um desafio e serão bem sucedidos aqueles que conseguirem determinar antecipadamente qual a próxima localização emergente de retalho e estabelecer os montantes que aí irão investir. Será crucial considerar os riscos relevantes de entrar num novo mercado, tais como os sistemas políticos voláteis, mas também colocar em prática modelos de expansão sofisticados que considerem os padrões crescentes do comércio electrónico”.

Manuel Puig, director-geral da Jones Lang LaSalle Portugal conclui: “Uma vez que, para alguns retalhistas portugueses, uma parte significativa da produção está localizada nestes grandes mercados asiáticos, estes players têm a possibilidade de expandir as suas cadeias, retirando as contrapartidas e aproveitando as oportunidades oferecidas por estes mercados emergentes com populações ávidas de consumo”.


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