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Lisboa

Volumes de Investimento em Imobiliário Hoteleiro em rápida recuperação na região EMEA

Total transacionado deverá alcançar os €9,5 mil milhões no final do ano


O investimento em imobiliário hoteleiro na região EMEA no 1º semestre de 2011 alcançou os €3,37 mil milhões, uma acentuada subida de 73% face ao período homólogo (€1,94 mil milhões), revelou a Jones Lang LaSalle Hotels.
Comprovando a resiliência e recuperação do mercado hoteleiro da região EMEA, o crescimento do 1º semestre de 2011 face a igual período de 2009 é de 123%. A Jones Lang LaSalle Hotels estima que os volumes anuais de investimento em imobiliário hoteleiro nesta região possam alcançar os €9,5 mil milhões em 2011, traduzindo um crescimento de 14,5% face às previsões avançadas no início do ano.

Mark Wynne Smith, EMEA CEO da Jones Lang LaSalle Hotels, afirma: “O mercado assistiu a um 1º trimestre muito forte, com um nível de atividade de cerca de €2,1 mil milhões e que incluiu uma série de negócios que envolveram portfólios de grande dimensão. As operações de ativos únicos apresentaram uma dimensão média de €46 milhões, dimensão superior em 27% aos €36 milhões registados no período homólogo. Emergiram como compradores mais dinâmicos, os investidores individuais com elevada capitalização e os investidores institucionais, liderados pela Predica, que adquiriu dois portfólios de grande dimensão. Os fundos de investimento e o private equity, motores do investimento no ano passado, desempenham atualmente um papel bastante menos expressivo, mas deverão estar mais ativos ao longo da 2ª metade do ano, à medida que mais stock surja no mercado”.

Durante o 1º semestre de 2011, a França emergiu como o mercado de maior liquidez, com um volume de negócios de investimento de €594 milhões, incluindo a venda do emblemático Marriott Champs-Elysées e de um portfólio da Campanile Hotels. Depois da sua posição dominante em 2010, o Reino Unido desceu para o segundo lugar em termos de peso no total do mercado, com um volume de investimento de €442 milhões, seguido da Rússia (€400 milhões), Alemanha (€380 milhões) e Espanha (€172 milhões).

Wynne Smith acrescenta: “O grosso do investimento este ano teve origem na Europa, à medida que os investidores continuaram a sentir-se mais seguros em relação aos mercados estrangeiros. Em 2010, os contratos de arrendamento e as propriedades sem hipoteca emergiram como as condições de transação mais populares. Contudo, em resultado de um notável reforço da confiança dos investidores e de um crescimento no fluxo de negócios, os compradores estão agora mais otimistas acerca da correta adequação dos preços nos contratos de gestão hoteleira, um critério que determinou a maioria dos negócios concluídos este ano, incluindo a venda de seis ativos da marca Intercontinental na Europa e do Ritz Carlton em Moscovo”.

O mesmo responsável conclui: “Os níveis de financiamento mantêm-se limitados na região EMEA, mas mais entidades estão agora dispostas a entrar na área de financiamento a hotéis, procurando ativamente os melhores negócios, além de aguardarem, com expectativa, pelo renascimento do mercado das securitizações. À medida que os bancos aceleram os seus programas de renegociação das dívidas, um maior volume de produto deverá surgir no mercado durante o remanescente do ano, incluindo alguns portfólios de relevo, e estamos confiantes de que assistiremos a uma segunda metade do ano com um reforço de performance”.

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