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Lisboa

Jones Lang LaSalle lança programa de research Offices 2020

“O Futuro dos Escritórios na região EMEA – Atue hoje para ter uma performance superior amanhã”


A Jones Lang LaSalle acaba de lançar o Offices 2020, um estudo fundamental para perceber o mercado de escritórios e o seu rápido ritmo de desenvolvimento.

O programa de research será desenvolvido ao longo dos próximos 12 meses e aborda as mais importantes questões para a indústria imobiliária, pretendendo contribuir para que investidores, promotores e ocupantes possam compreender de forma mais correta as tendências e alterações futuras no seio do setor dos escritórios, fornecendo-lhes ferramentas para tomadas de decisão mais acertadas em oportunidades de negócio futuras.

Benoît du Passage, Managing Director da Jones Lang LaSalle para a França e Europa do Sul e executive sponsor do projeto junto dos clientes, explicou: “Os espaços de escritórios são uma das mais poderosas mas menos exploradas ferramentas de gestão disponíveis para os decisores corporativos. Não é segredo que os ambientes de trabalho estão a mudar de forma significativa. Mas o ritmo da mudança é rápido e os clientes têm de ter em conta um conjunto de considerações extremamente vasto.
Desenvolvemos este programa para ajudar os decisores corporativos a eliminar o ruído e tomarem as decisões mais acertadas no momento atual e que lhes permitam prepararem-se para a próxima década de mudança”.
O Offices 2020 cobre as principais questões e desafios que ocupantes, investidores e promotores terão que considerar ao longo da próxima década, incluindo temas como a sustentabilidade, localização, gestão de ativos, obsolescência de edifícios, tecnologias, formas de trabalho, fit-out e financiamento.

Entre as principais conclusões deste estudo, destacam-se:

• 83% dos profissionais do imobiliário consideram que a sustentabilidade é o principal fator estratégico a ter em conta pelos decisores no mercado de escritórios, nos próximos 10 anos;
• A conjugação de sustentabilidade, tecnologia e formas de trabalho irão, de forma significativa, diminuir os ciclos de vida dos edifícios, criando uma procura elevada para a renovação de ativos;
• Os desenvolvimentos tecnológicos futuros terão um impacto significativo nos requisitos dos espaços e no fit-out dos mesmos, embora não com a amplitude que alguns operadores e profissionais inicialmente pensariam. Entre os elementos alvo de alteração incluem-se a mudança para sistemas de 12 volts, em detrimento da tecnologia elétrica de 240 volts; o cloud computing; e o recurso crescente a tecnologia móvel e colaborativa, que irá alterar a estruturação dos espaços de escritórios para um peso de 70% da componente social e 30% da individual;
• O financiamento e o acesso a fundos continuará limitado e as parcerias criativas e o recurso a fontes de crédito alternativas serão cada vez mais requisitadas. Resta saber se serão suficientes para preencher a atual escassez de fundos.
• As relações inquilinos-proprietários evoluirão de forma favorável para o primeiro, com 80% dos executivos da área de imobiliário a acreditar que os ocupantes terão maior poder de negociação e que os proprietários e investidores terão, cada vez mais, de ir ao encontro das suas solicitações detalhadas quer em termos de acomodação quer em termos da flexibilidade de contratos.

Pedro Lancastre, Diretor Geral da Jones Lang LaSalle Portugal adianta: “Se pensarmos que existem no mercado de Lisboa cerca de 540 mil metros quadrados de escritórios desocupados e que muita desta área não dispõe das condições exigidas hoje em dia pelas empresas, este estudo reveste-se da maior importância para o mercado português. As questões da tecnologia, da sustentabilidade e das formas de trabalho estão na ordem do dia e os decisores no mercado de escritórios terão de estar preparados para as rápidas mudanças que deverão ocorrer ao longo desta década. Sejam proprietários, promotores, investidores ou ocupantes, o nosso objectivo com o lançamento do Offices 2020 é ajudar estes players a encontrar respostas para os desafios que irão enfrentar”.

Bill Page, Head do UK e Pan-EMEA Office Research da Jones Lang LaSalle, que é responsável pela coordenação do programa de research, acrescenta: “Desenvolvemos uma série de 10 fatores que pretendem dar resposta aos problemas que fazem perder o sono aos nossos principais clientes na área de escritórios. Estes fatores avaliam esses problemas de forma detalhada e apresentam opções inovadoras para agir neste momento”.

Benoît du Passage concluiu: “A densidade dos espaços de trabalho está a aumentar, a força de trabalho está a envelhecer e as soluções de sustentabilidade são cada vez mais escrutinadas. A indústria imobiliária precisa de se adaptar a estas novas realidades e auxiliar os decisores das empresas no planeamento das respostas a estas mudanças. Não podemos enterrar a cabeça na areia e esperar que estas questões se dissipem”.


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Nota:

Cerca de 150 especialistas na Europa e no Médio Oriente foram questionados com o objectivo de identificar e estabelecer prioridades entre as 10 questões futuras entendidas como mais pertinentes no momento atual. A lista inclui:

1 Que fatores serão verdadeiros potenciadores do imobiliário sustentável?
2  O que será mais importante e porquê: localização ou qualidade dos escritórios?
3 Onde ocorrerá a grande mudança em termos do stock de escritórios e da sua localização e porquê? Quais serão as implicações para a performance do mercado de escritórios?
4 De que forma a nova tecnologia dos espaços de trabalho terá impacto nas especificações técnicas e nos fit-outs?
5 Como é que o custo e disponibilidade do financiamento à promoção poderá alterar-se e quais as implicações para o mercado imobiliário de escritórios?
6 Com a utilização do espaço de trabalho a mudar, quais são os fatores chave que motivarão as mudanças cruciais e para que servirá o escritório?
7 Como e porque é que o arrendamento e as relações inquilino/proprietário mudarão?
8 Como é que o ciclo de vida dos edifícios se alterará e quais as implicações para a recuperação sustentável e para a gestão de ativos?
9 Tendo em conta os desafios que se apresentam ao imobiliário, será a indústria capaz de mudar? Que competências e aspetos culturais serão cruciais para ter sucesso?
10 Qual será a análise SWOT correta para a indústria nos próximos 10 anos e quais serão os fatores críticos de sucesso?
As respostas incluem profissionais das áreas de transportes, comunicações, gestão energética, sustentabilidade, tecnologia, legislação governamental e cidades inteligentes, além do contributo de clientes da Jones Lang LaSalle na área de investimento, promoção e ocupação de espaços.
Estas respostas serão a estrutura de base do programa de research da Jones Lang LaSalle, cujas conclusões serão divulgadas de forma regular através de webmails, press releases, workshops com clientes e seminários da indústria.