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Lisboa

Family Office espanhol compra loja da MUJI no Chiado

Localização prime e inquilino de referência atraem investimento espanhol para Portugal


Um family office espanhol adquiriu a loja MUJI, no Chiado, numa operação concluída por cerca de 3,1 milhões de euros e com uma yield líquida inicial de 7,0%. A transação foi mediada pela Jones Lang LaSalle, que atuou em representação do vendedor, e traduz uma das mais importantes operações de investimento em comércio de rua realizadas no mercado nacional em 2011, assinalando ainda o reemergir do interesse dos investidores de origem espanhola pelo mercado imobiliário português.
Vitor Pacheco, consultor de Capital Markets da Jones Lang LaSalle, comenta: “Estas operações fazem todo o sentido, sobretudo em alturas de incerteza e alguma insegurança como a que estamos a viver, onde o investimento em imóveis de referência, em localizações prime e inquilinos de qualidade, à semelhança do que marcou esta operação no Chiado, se traduzem em aplicações mais seguras e, ainda por cima, com excelentes rentabilidades”.
Walter Fabrega, Director de Capital Markets da Jones Lang LaSalle, adianta: “Atualmente, começa a ser visível um interesse renovado do capital espanhol pelo imobiliário português, de que é exemplo esta operação agora concretizada. Contamos que os investidores espanhóis possam vir a ser neste ano e nos próximos, os compradores mais activos no mercado nacional.”
Localizada na Rua do Carmo, no coração do Chiado, em Lisboa, a loja ocupa uma área de cerca de 410 m2, distribuídos por dois pisos, sendo a MUJI a arrendatária do imóvel. Inaugurada há cerca de um ano, esta loja MUJI - insígnia japonesa de decoração e produtos para a casa, escritório e lazer - é a única da marca em Portugal.
Pedro Lancastre, Director Geral da Jones Lang LaSalle, sublinha: “O comércio de rua é um fator de extrema importância para a vitalidade do centro das cidades e, como temos vindo a referir, regista-se uma forte tendência de procura de espaços nas principais zonas comerciais de Lisboa, como é o caso do Chiado. Isso faz com que, além das marcas que procuram estas zonas para abrir loja, haja também cada vez mais investidores atentos a este tipo de operações.”

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