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Lisboa

Torres Colombo entregam gestão da Torre Oriente à Jones Lang LaSalle

Consultora aumenta carteira de imóveis em gestão


O Departamento de Gestão de Imóveis da Jones Lang LaSalle obteve um novo mandato, tendo sido instruído para assumir a gestão da Torre Oriente, o primeiro edifício concluído do empreendimento de escritórios Torres Colombo, uma parceria entre a Sonae Sierra, a Caixa Geral de Depósitos, a ING Real Estate e a Iberdrola Inmobiliaria. No âmbito deste mandato, a consultora será responsável pela gestão de todos os aspectos relacionados com a manutenção e valorização deste imóvel, que contempla uma área de 29.000 m² de escritórios. O trabalho do Departamento de Gestão de Imóveis vinha já sendo desenvolvido previamente à conclusão do edifício, nomeadamente a nível da identificação das necessidades e requisitos do próprio edifício e da realização de diligências relacionadas com a contratação de fornecedores, por forma a que o edifício estivesse perfeitamente operacional para as empresas ocupantes desde o primeiro momento.
Maria José Vaquero, Directora do Departamento de Gestão de Imóveis, afirma: “Este novo mandato é importante numa dupla perspectiva. Por um lado, devido à qualidade do próprio imóvel e ao seu posicionamento no mercado: trata-se de um dos mais importantes produtos imobiliários a surgir no mercado de escritórios nos últimos anos. Por outro lado, devido ao impulso que permite dar ao Departamento, pois demonstra a nossa capacidade para prestar serviços de gestão em qualquer sector e em imóveis de diferente dimensão, estando bem posicionados para assumir em pleno o papel enquanto área de negócio estratégica para o crescimento da empresa este ano”.
A nova instrução vem reforçar a lógica de serviço integrado disponibilizado pela Jones Lang LaSalle, que havia já sido seleccionada, no âmbito do Departamento de Office Agency, para proceder à comercialização, em regime de co-exclusividade com a Cushman & Wakefield, da totalidade do empreendimento.

De acordo com Manuel Puig, Director Geral da Jones Lang LaSalle, “o novo mandato vem contribuir de forma significativa para a concretização do nosso plano estratégico para 2009, no sentido de apostar nas linhas de negócio não transaccionais, e o Departamento de Gestão de Imóveis assume-se como uma das principais áreas para o crescimento da empresa, tendo vindo a desenvolver um trabalho importante na consolidação da sua carteira de activos sob gestão, quer no segmento de escritórios quer no segmento de retalho”.

A nível mundial, a Jones Lang LaSalle é líder da indústria imobiliária na prestação de serviços de gestão de propriedades e de instalações corporativas, com um portfólio de 120 milhões de m² sob gestão e, só na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África), a empresa gere 22,4 milhões de m² de imóveis de serviços.
 
Oferta de qualidade no mercado de escritórios de Lisboa

Um dos mais imponentes e importantes empreendimentos de escritórios de Lisboa, as Torres Colombo estão a ser desenvolvidas junto ao Centro Colombo, representando um investimento de 90 milhões de euros, que vem aportar para o mercado de escritórios de Lisboa uma oferta de qualidade e dimensão. O empreendimento será composto por dois edifícios distintos, totalizando aproximadamente 58.000 m² de escritórios, que, em associação com o centro comercial já existente, tornarão o complexo no maior projecto de usos mistos de Portugal.

A Torre Oriente, a primeira a ser concluída (Março de 2009), conta já com cerca de 50% de ocupação, disponibilizando 29.000 m² em 14 pisos, além de 500 lugares de estacionamento. A Torre Ocidente, que integra a mesma oferta de espaço e estacionamento, estará concluída em 2011. As duas torres foram concebidas para satisfazer as necessidades de grandes empresas, com uma área de open space de cerca de 2.000 m² por piso, posicionando-se no segmento mais elevado do mercado. O projecto tem a assinatura do arquitecto José Quintela e possui uma certificação para o seu sistema de gestão ambiental, além de, em termos de certificação energética, se posicionar na classe B, a segunda mais alta.