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Lisboa

Crescimento das rendas de escritórios prime não deverá superar um dígito na maioria dos mercados globais em 2013

Revela o Global Office Index da Jones Lang LaSalle


​O Global Office Index do 3º trimestre de 2012, lançado recentemente pela Jones Lang LaSalle, antevê uma tendência de estabilização do crescimento das rendas dos espaços prime de escritórios em todo o mundo em 2013, revelando que a maioria dos mercados deverão assistir a um crescimento  de apenas um dígito. O Global Office Index da Jones Lang LaSalle monitoriza a performance das rendas de escritórios prime em 90 mercados no continente Americano, na região da Ásia-Pacífico e na Europa. De acordo com o índice, os mercados com melhores perspetivas  são Pequim, São Francisco, Londres, Tóquio, Moscovo, Hong Kong e Sidney.

Enquanto que as perspectivas gerais para o próximo ano evidenciam um crescimento das rendas, a análise da Jones Lang LaSalle relativa ao 3º trimestre de 2012 mostra uma desaceleração do crescimento das rendas em 0,2%, face ao crescimento de 0,6% registado no trimestre anterior. Um terço dos mercados cobertos pelo índice registaram queda de rendas no 3º trimestre, comparando com apenas um quarto dos mercados no trimestre anterior, uma performance que refletiu um conjunto diverso de fatores, incluindo uma procura corporativa mais fraca - particularmente do setor financeiro - , a sobre-oferta ou a depressão dos fundamentais económicos.

“Numa base anual, as rendas prime cresceram 2 por cento, o que embora possa ser positivo, continua a representar o crescimento anual mais baixo dos últimos dois anos”, disse Jeremy Kelly, Diretor da equipa de Global Research da Jones Lang LaSalle. “Nem todos os mercados globais estão sincronizados e existem alguns mercados com boa performance a ter em conta – Jacarta, Cidade do México, Rio de Janeiro e Pequim – uma vez que alguns pólos de escritórios dos países BRIC e MIST registaram o maior crescimento de rendas. Mercados de referência na área tecnológica, como São Francisco e Estocolmo, estão também a registar um comportamento muito positivo”. 

Em complemento à análise do Global Office Index, a Jones Lang LaSalle lançou também um novo Global Market Perspective​, o seu relatório trimestral  que identifica o  impacto das principais forças da economia global nos mercados imobiliários em todo o mundo. O documento referente ao 4º trimestre de 2012 sublinha a diferença entre os mercados de ocupação e os mercados de investimento. Os principais destaques do Global Market Perspective do 4º trimestre de 2012, incluem:

• Volume de Investimento: Foram registadas transações no valor de $100 mil milhões no 3º trimestre, emergindo assim um padrão trimestral este ano. 

• Perspetivas para o Mercado de Investimento: Deverá atingir os $400 mil milhões de investimento em 2012, prevendo-se que as performances trimestrais em torno dos $100 mil milhões se repitam em 2013, embora exista potencial para crescer.

• CMBS: A atividade de securitização de créditos imobiliários nos Estados Unidos deverá atingir o pico da época pós-recessão.

• Arrendamento de escritórios deprimido: Os volumes de arrendamento de escritórios enfraqueceram globalmente à medida que os ocupantes corporativos atrasam as suas decisões imobiliárias face à incerteza económica. Os volumes globais de arrendamento para 2012 deverão ficar 15% abaixo de 2011. A absorção líquida, uma medida da expansão da procura, deverá ficar 20% abaixo face a 2011.

• Taxa de disponibilidade decresce: A taxa global de disponibilidade de escritórios continua a decrescer, fixando-se actualmente nos 13,2%, impulsionada sobretudo pelo fraco dinamismo da conclusão de nova oferta de escritórios nos Estados Unidos e na Europa.

• Construção: A conclusão de nova oferta de escritórios está nos mínimos da última década. A construção está a crescer de forma gradual nos Estados Unidos e na Europa, embora abaixo da média histórica. 

• Valorização dos imóveis: A valorização dos imóveis desacelerou para uma taxa anualizada de 4,2% (em 24 mercados de escritórios).

• Retalho: Os retalhistas internacionais impulsionam a procura em cidades de referência  e também em mercados emergentes. 

• Industrial: Existem áreas especialmente ativas nos Estados Unidos; uma polarização dos mercados na Europa; e na Ásia, as vendas de retalho sustentam a procura. 

• Hotéis: os volumes de investimento neste segmento para o total do ano deverão ficar 10% abaixo das projeções iniciais. Há um forte interesse dos investidores nas cidades mais importantes, nomeadamente Londres e Nova Iorque.

• Residencial: O mercado de arrendamento habitacional nos Estados Unidos continua forte, com um pipeline de promoção dinâmico. O mercado alemão de habitação está a atrair investidores institucionais. 


Nota aos Editores:

• O Global Market Perspective da Jones Lang LaSalle é uma perspectiva regular sobre o impacto dos factores económicas nos mercados imobiliários em todo o mundo desde 2008. É uma combinação única de atualizações por parte de profissionais no terreno e das previsões da área de research da nossa empresa. 

• O Global Office Index da Jones Lang LaSalle monitoriza a performance das rendas prime de escritórios em 90 mercados do Continente Americano, Ásia-Pacífico e Europa. 

• O mais recente material produzido pela Jones Lang LaSalle sobre os mercados de investimento imobiliário pode ainda ser encontrado num sítio online interativo, onde estão reunidas os últimos dados e perspectivas sobre estes mercados: http://www.joneslanglasallesites.com/gcf.

• Estão disponíveis gráficos, mediante solicitação.