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Lisboa

“Central Station” quer ser novo hub de empreendedorismo e criatividade de Lisboa

Jones Lang LaSalle define reposicionamento do imóvel e comercializa espaços


O edifício “Central Station”, no qual funcionou até há 2 anos a estação central dos CTT em Lisboa, quer afirmar-se como o novo hub de empreendedorismo e criatividade da capital. Resultado do seu reposicionamento, o imóvel está agora vocacionado para acolher empresas e profissionais das áreas de publicidade, marketing, indústrias criativas, start up’s, ateliers, arquitetos, e show rooms de moda e design, pretendendo dinamizar uma comunidade inovadora e criativa no local.

A Jones Lang LaSalle foi mandatada pela Habitat Vitae, proprietária do imóvel, para definir o novo posicionamento do edifício, gerir o projeto de reutilização do espaço e também para proceder à sua comercialização, serviços que estão a ser disponibilizados, de forma integrada, respetivamente pelos  departamentos de Strategic Consultancy e de Office Agency.

Fernando Vasco Costa, Head of Strategic Consultancy & Research da Jones Lang LaSalle, sublinha: “Este é um óptimo exemplo de reutilização de edifícios: o imóvel é convertido para novas funções ou ocupações sem serem exigidos investimentos adicionais. Estava devoluto há menos de dois anos, pelo que tem condições para uma ocupação imediata, sendo apenas necessários trabalhos de limpeza e manutenção. Esta é uma opção estratégica para o atual momento do mercado imobiliário, em que o imóvel pode ser rentabilizado, sem custos de adaptação”.

Mariana Seabra, Diretora do Departamento de Office Agency & Corporate Solutions, acrescenta: “O imóvel é perfeito para empresas e profissionais das indústrias criativas e ligadas ao empreendedorismo, bem como profissionais liberais de outras áreas de actividade, com espaços disponíveis​ de forma imediata e áreas das mais diversas dimensões. Esta é uma oferta pouco comum na zona alternativa do Cais do Sodré e Santos, onde a procura para instalação de organizações, empresas e profissionais destas áreas é cada vez maior. A sua localização é muito central, com uma visibilidade óptima, uma rede de transportes excelente e ainda com condições financeiras muito atractivas”. 

Nesta primeira fase de comercialização e em consonância com o novo posicionamento do projeto, a Jones Lang LaSalle pretende atrair entidades âncora que permitam iniciar a consolidação do espaço, estando ainda previsto a captação de espaços de restauração e cafetaria, entre outro serviços, para dinamizar a vivência dos ocupantes. 

Luís Corrêa de Barros, Administrador da Habitat Vitae, refere: “Nos dias que correm, ter um edifício fechado à espera da retoma económica para desenvolver o projeto inicialmente pensado para aquele espaço não nos parece a melhor opção. Por isso mesmo, decidimos procurar soluções alternativas que nos permitam rentabilizar o investimento realizado com a compra do imóvel e, quando a situação económico-financeira do país evoluir, podemos repensar o nosso projeto imobiliário para este local.”  

Localizado na Praça D. Luís I, junto ao Mercado da Ribeira, em Lisboa, o “Central Station” tem uma Área Bruta de Construção de 12.000 m², integrando cinco pisos com cerca de 2.400 m² de área bruta locável cada, com áreas que podem variar entre 30 a 1.200 m². O imóvel dispõe ainda de um pátio interior de dimensão considerável para o qual está prevista a instalação de serviços de bar e cafetaria. 
Datado das décadas de 40 a 50, o imóvel será alvo de ligeiras intervenções de manutenção a nível de ar-condicionado, elevadores e instalações sanitárias, além de intervenções que poderão vir a ser realizadas externamente, de forma a cunhar no imóvel o perfil mais inovador e criativo que agora assume.