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Notícias

Lisboa

Office Flashpoint: Março 2013

Mercado de escritórios termina 1º trimestre em linha com 2012


​O 1º trimestre de 2013 totalizou uma absorção de 12.128 m² de escritórios equivalentes a 42 operações, um volume que fica em linha com os 12.994 m² arrendados no mesmo período do ano anterior, quando foram concluídas 48 operações.

No trimestre, o segmento “Serviços Empresas” foi o mais dinâmico, concentrando 44% da absorção trimestral, seguindo-se os sectores  “Outros Serviços”, com 30%,  “TMT’s & Utilities”, com 25%, e “Farmacêuticas e Saúde”, com 24%. Em termos de zonas, as zonas 5 (Parque das Nações), 7 (Outras Zonas de Escritórios) e 2 (CBD) lideraram a atividade do mercado, com 29%, 18% e 14%, da área arrendada, respectivamente.

Nota ainda para o tipo de operações realizadas, com a mudança de edifício a motivar 57% da área arrendada, a entrada de novas empresas em Lisboa a justificar 26% da absorção e a expansão da área ocupada a concentrar 16% da atividade no trimestre. 

Ao longo do 1º trimestre de 2013 a tendência foi de crescimento, com o mês de março a apresentar 6.911 m² de absorção, comparando com os 3.835 m² registados em fevereiro e 1.382 m² em janeiro, o que evidencia crescimentos mensais bastante expressivos de 80% (em março) e de 177% (em fevereiro). 

Em março de 2013, a absorção apresentou um ligeiro crescimento homólogo de 7% (face aos 6.450 m² tomados em março de 2012), tendo a maior operação ocorrido na zona 7, com o arrendamento de cerca de 1.782m² na Quinta do Lambert.

No que respeita a zonas, a Zona 5 (Parque das Nações) liderou em março, com uma absorção de 1.872 m² (27% do total arrendado). Já a procura foi encabeçada pela área de “Serviços Empresas”, que foi responsável pela ocupação de 2.334 m², equivalente a 34% do total transacionado

Mariana Seabra, Diretora do Departamento de Office Agency & Corporate Solutions​, refere: “Conforme temos vindo a afirmar desde o início do ano, as nossas perspetivas são para que os níveis de atividade do mercado de escritórios se mantenham próximos dos registados em 2012. Este primeiro trimestre vem confirmar estas previsões, mas, de qualquer forma, é importante notar que a tendência marcante no trimestre foi de crescimento”.