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Lisboa

Jones Lang LaSalle assume gestão da “Central Station”

Consultora é também responsável pelo reposicionamento do edifício e pela sua comercialização


​O Departamento de Gestão de Imóveis da Jones Lang LaSalle foi mandatado para gerir o edifício “Central Station”, a antiga estação central dos CTT em Lisboa e que está atualmente reposicionado para acolher start-up’s, empresas e profissionais nas áreas criativas, inovação e empreendedorismo, bem como espaços para show rooms de moda e design. A Jones Lang LaSalle foi instruída pela Habitat Vitae, proprietária do imóvel, reforçando assim o âmbito de serviços disponibilizados a este edifício, para o qual definiu o novo posicionamento, geriu o projeto de reutilização do espaço e assume a comercialização dos espaços, envolvendo três diferentes departamentos.

Maria José Vaquero​, Diretora do Departamento de Gestão de Imóveis da Jones Lang LaSalle, refere: “Este é um edifício diferenciado em termos de público alvo e o seu posicionamento vai exigir uma gestão em consonância com a sua vocação de espaço dinâmico e multifacetado e com os seus ocupantes, em geral empresas e profissionais jovens, criativos e empreendedores. Estamos muito satisfeitos com este desafio e confiantes de que a nossa equipa vai saber responder”.

Localizado na Praça D. Luís I, junto ao Mercado da Ribeira, em Lisboa, o “Central Station” tem uma Área Bruta de Construção de 12.000 m² e integra cinco pisos com cerca de 2.400 m² de área bruta locável cada. No imóvel destaca-se ainda um pátio interior de dimensão considerável, no qual se prevê a instalação de serviços de bar e cafetaria. 

Neste momento, e seguindo a estratégia de comercialização, cuja primeira fase assenta na captação de entidades âncora, o edifício tem já instalada a Beta-i, uma associação sem fins lucrativos que atua na área da inovação e empreendedorismo, que ocupa a totalidade do piso 1, com 2.400 m². Além desta estão também presentes na Central Station a Cowork Lisboa, Wimdo, Progma People, João Sem Medo, Regras Estruturadas e Wizzy . 

Datado das décadas de 40 a 50, o imóvel foi alvo de ligeiras intervenções de manutenção a nível de ar condicionado, elevadores e instalações sanitárias. Os exteriores poderão igualmente ser intervencionados, com o objetivo de dar um cunho mais inovador e criativo ao edifício. 

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