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Lisboa

Convergência das soluções de conectividade M2M aumenta eficiência dos edifícios inteligentes

Global Sustainability Perspective identifica as tecnologias domóticas dos edifícios com maior impacto


​Os edifícios inteligentes estão a alavancar as tecnologias de conectividade M2M (machine-to-machine) para aumentarem a sua eficiência, tornando-se ainda mais inteligentes. De acordo com o último Global Sustainability Perspective da Jones Lang LaSalle (JLL), seis progressos tecnológicos nos edifícios inteligentes estão a provocar o aparecimento de uma nova era na eficiência energética dos edifícios e na redução da pegada de carbono, gerando um retorno do investimento para proprietários de edifícios num período de um a dois anos. 

“As tecnologias M2M estão a convergir para tornar os edifícios inteligentes – e os seus proprietários – ainda mais inteligentes”, disse Dan Probst, Chairman de Energy and Sustainability Services na Jones Lang LaSalle. “Podemos, atualmente, realizar monitorizações, instruções e controlos remotamente em tempo-real de portefólios inteiros de edifícios, o que conduz a melhorias muito significativas na performance dos edifícios e a poupanças de energia muito expressivas”. 

As seis principais tecnologias que contribuem para aumentar ainda mais a eficiência dos edifícios inteligentes incluem: 

1. Sensores e contadores wireless. Sensores e contadores wireless mais acessíveis em termos financeiros podem agora ser utilizados para monitorizar equipamentos automatizados dos edifícios e transmitir dados para um comando remoto centralizado.

2. Internet e cloud computing. O advento da internet e o decréscimo de custos na transmissão de dados torna agora financeiramente exequível transmitir dados a partir de milhões de pontos de dados do edifício para um comando central. O poder de computação da cloud relativamente mais barato e com maior capacidade permite uma análise de dados mais eficiente em termos de custos e que não era possível em eras anteriores.

3. Protocolos de comunicação de dados com maior abertura. Novas aplicações de software resolvem o problema da “Torre de Babel” criado em edifícios que contêm múltiplos sistemas automatizados e cada um dos quais operados por controlos próprios. Atualmente, estes protocolos – tais como o BACnet da ASHRAE ou o Lon Talk da Echelon e outros sistemas emergentes – suportam partilha de dados multiplataforma.

4. Software analítico poderoso. As melhores soluções inteligentes de última geração disponibilizam diversos quadros, algoritmos e outras ferramentas para a interpretação de dados do edifício, identificando dados anómalos e causas específicas e resolvendo mesmo algumas questões de forma remota. 

5. Controlo remoto centralizado. As tecnologias seguras de internet podem ser utilizadas para proteger transmissões de dados de centenas de edifícios do portefólio de uma empresa para um comando central, monitorizado 24 horas por dia por profissionais da área da gestão de edifícios. 

6. Gestão integrada de instruções. Os sistemas de gestão de edifícios atuais podem ser integrados com um sistema de instruções de trabalho para otimizar as comunicações com as equipas de gestão de edifícios no terreno sempre que a atenção humana é necessária. 

“Até há cinco anos atrás, a monitorização e controlo remotos de um portefólio inteiro de imóveis não era possível”, disse ainda Probst. “Os proprietários e investidores estão agora a perceber que o retorno de uma gestão dos edifícios inteligentes compensa o investimento e pode, potencialmente, pagar-se a si próprio no espaço de um a dois anos”.

Os proprietários de imóveis de serviços e imóveis públicos procuram obter estes retornos para impulsionar a eficiência operacional, alcançar poupanças energéticas, melhorar o planeamento do investimento e reduzir a sua pegada de carbono. Em todo o mundo, as empresas investiram $5,5 biliões em sistemas de edifícios inteligentes em 2012, um número que deverá crescer para $18,1 biliões até 2017 – uma taxa acumulada de crescimento anual em torno dos 27,1%, de acordo como o IDC Energy Insights. A promessa de uma potencial maior redução de custos por via da operação de edifícios inteligentes no contexto das redes inteligentes é também um incentivo. 

O termo “edifício inteligente” refere-se tipicamente a um edifício que  utiliza equipamentos controlados por computador e geridos através de um sistema domótico (BAS – building automation system) que controla o aquecimento, ventilação, ar-condicionado e iluminação, bem como os equipamentos de água, incêndio e segurança de um edifício.

Global Sustainability Perspective

A Jones Lang LaSalle edita um relatório trimestral online que abrange questões de energia, sustentabilidade e clima, especialmente na forma como se relacionam com a indústria de imobiliário terciário. Participantes de todo o mundo contribuem com ideias e artigos com relevância para os clientes da consultora, colegas e outras partes interessadas em novidades e tendências sobre sustentabilidade. Além do tema dos progressos tecnológicos nos edifícios inteligentes, o relatório mais recente inclui ainda:

• A forma como os edifícios inteligentes interagem com as redes inteligentes.

• Um caso de estudo sobre a aplicação IntelliCommand da Procter&Gamble, uma solução para edifícios inteligentes da Jones Lang LaSalle assente da tecnologia Pacific Controls. 

Para mais informação, vídeos e research produzidos pela Jones Lang laSalle, por favor visite o site do media center global da empresa em http://www.joneslanglasalle.com/Pages/News.aspx.

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