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Lisboa

Europa Central e de Leste oferece as condições de ocupação mais favoráveis para imóveis industriais

Novo research sublinha diferenças nos mercados da região EMEA para arrendamento ou construção de imóveis industriais e de logística


​Os ocupantes europeus que pretendem arrendar ou construir imóveis de uso industrial e logístico deverão estar atentos às oportunidades nos países da Europa Central e de Leste, revela a nova análise “Industrial Occupiers Conditions”, da Jones Lang LaSalle.

Considerando uma revisão das condições de ocupação, os países da Europa Central e de Leste oferecem o ambiente mais favorável quer para soluções de arrendamento quer para construção própria. No que respeita as opções de arrendamento, um stock disponível bastante elevado e um sentimento económico positivo, permitem que os ocupantes consigam negociar termos de arrendamento mais favoráveis. Os mercados do Médio Oriente e África oferecem também condições favoráveis de ocupação, suportados pelo crescimento económico e um forte pipeline de promoção de imóveis deste tipo de uso. 

Países como a Croácia, Roménia, Sérvia e Ucrânia são também bastante atrativos para os ocupantes que procuram construir as suas próprias instalações, devido à combinação de valores de terrenos e custos de construção relativamente baixos.

Vicent Lottefier, Global Director e Chief Executive Officer, EMEA Corporate Solutions na Jones Lang LaSalle, disse: “Os valores médios dos terrenos e dos custos de construção de armazéns são substancialmente mais baixos na Croácia, República Checa, Polónia, Roménia, Sérvia e Eslováquia do que na Europa Ocidental. Por exemplo, o valor dos terrenos e o custo de construção de armazéns na Polónia são de €125/m² e €300/m², respetivamente, comparando com €400 e €425 na Alemanha. Esta discrepância apresenta oportunidades interessantes para os operadores que queiram tornar-se proprietários dos seus imóveis”.

Valor dos terrenos e custos de construção contrastantes

Os valores mais baixos de terrenos com licença de construção para uso industrial verificam-se na Ucrânia (€27/m²), Sérvia (€30/m²), Roménia (€35/m²), Croácia (€50/m²) e França (€75/m²), contrastando com Espanha (€450/m²), Turquia (€455/m²) e Reino Unido (€440/m²), que se situam no extremo oposto.

Já no que respeita os custos de construção, os valores mais baixos são observados na Eslováquia (€300/m²), Espanha (€300/m²), República Checa, França, Hungria e Holanda (todos em torno dos €350/m²), com os valores mais elevados a serem registados na Finlândia (€900/m²) e Suécia (€900/m²).

Incentivos generosos disponíveis

Na França, o facto de existir um stock substancial de oferta disponível permite oferecer aos ocupantes os melhores incentivos de ocupação. Períodos de carência de rendas de até quatro meses por ano podem ser conseguidos, providenciando-se assim um importante desconto no valor total do arrendamento. Os mercados espanhóis são também um exemplo, oferecendo por norma dois meses de carência de renda por ano. 

Alexandra Tornow, Associate Director, EMEA Logistics & Industrial Research, Jones Lang LaSalle, acrescentou: “A crescente forte competitividade significa também que os ocupantes que procuram arrendar espaço industrial são confrontados com uma escolha reduzida de stock moderno. As empresas que consigam acomodar as suas operações em instalações de menor qualidade localizadas fora das zonas prime encontrarão unidades secundárias com rendas até 30% mais baixas do que as verificadas no stock prime. Entretanto, para aquelas empresas que necessitem de localizar as suas operações mais próximas dos maiores e mais caros mercados da Europa Ocidental – para conseguir vantagens em termos de poupança de tempo ou para estarem mais perto de fornecedores e/ou clusters de inovação – a opção da construção à medida continua a  ser uma alternativa viável na maioria dos mercados”. 

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Nota aos Editores:

Valores de terrenos para uso industrial na Europa