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Lisboa

​Índice da JLL identifica as 20 cidades mais dinâmicas do Mundo

São Francisco, Londres, Dubai, Xangai e Wuhan lideram a lista do City Momentum Index


​Reconhecendo que o imobiliário terciário não é apenas uma consequência do sucesso de uma cidade, mas também um impulsionador desse sucesso, a JLL identificou São Francisco, Londres, Dubai, Xangai e Wuhan como as cidades de referência na conjugação do forte dinamismo socioeconómico e do imobiliário a curto-prazo, com as bases para um sucesso a longo-prazo. Neste novo estudo desenvolvido pela JLL - o City Momentum Index (CMI) –, a consultora vai além dos rankings económicos tradicionais e estáticos, aprofundando os indicadores que são os traços distintivos de cidades com elevado dinamismo.

De acordo com Jeremy Kelly, Diretor de Global Research na JLL, “o dinamismo das cidades vai muito além do simples crescimento do PIB. A verdadeira base de cidades de grande dinamismo reside em fatores como a rapidez de inovação e a criação de negócios de vanguarda, em paralelo à construção de novos edifícios, à evolução dos preços dos imóveis e ao investimento em imobiliário por parte de investidores e empresas estrangeiras”.

“O novo City Momentum Index fornece uma perspetiva nova e única em termos de abrangência, que identifica os sinais de mudança e as caraterísticas de uma cidade ativa. Ao focar os aspetos de uma cidade que serão, muito provavelmente, a base da sua performance futura, o CMI diferencia-se das análises históricas standard de performance, nas quais a maior parte dos índices se baseia. Acreditamos que estas medidas de dinamismo nas infraestruturas, na conectividade e na inovação serão os impulsionadores de muitas decisões de investimento e localização no futuro, apesar de os investidores e a empresas deverem ter em conta que o elevado dinamismo pode acarretar quer oportunidades, quer riscos”.

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As cidades que lideram o CMI caraterizam-se pelos seguintes fatores de dinamismo:

  • Cidades de elite que dominam, de forma clara, o poder económico num palco global, contabilizando um quarto da atividade mundial de investimento direto em imobiliário em 2012 e 2013. São Francisco (1), Londres (2), Dubai (3), Nova Iorque (6),Hong Kong (8), Singapura (10), Los Angeles (15) e Tóquio (19)

  • Cidades ricas em tecnologia que, numa fase inicial, tiraram partido das tendências tecnológicas e geraram ambientes férteis para a inovação. São Francisco (1), Austin (7), San José (9), Boston (17 e Seattle (18)

  • Cidades mais pequenas e “amigas” da inovação que ganharam terreno na conquista de uma posição global. Austin (7)

  • Cidades de urbanização rápida na China que continuam a crescer com programas intensivos de construção, apesar do abrandamento da economia. Xangai (4), Wuhan (5), Shenzhen (11), Pequim (13), Chengdu (14) e Tianjin (16).

  • Focos de crescimento além dos BRIC, impulsionados pelo consumismo urbano. Jacarta (12) e Lima (20)

  • Cidades re-emergentes que estão a ressurgir com vigor renovado para acolher eventos em 2020. Tóquio (19) – Olimpíadas de Verão 2020 e Dubai (3) – Expo 2020

Ainda que as cidades da Europa Continental estejam sub-representadas no topo desta lista e exibam um menor dinamismo face às cidades emergentes, muitas cidades Europeias influentes e bem sucedidas têm atributos para o sucesso a longo-prazo, validado pelos constantes e elevados fluxos de investimento imobiliário. Exibindo fatores de sucesso relacionados com a educação, inovação, sustentabilidade e transparência, Paris, Berlim e Amsterdão, por exemplo, distinguem-se pelos seus pontos fortes em termos de talentos e novas tecnologias, enquanto Copenhaga está entre as cidades com algumas das credenciais ”verdes” mais fortes do mundo.
 
O City Momentum Index avalia 111 cidades em todo o mundo, com uma pontuação total ponderada baseada em 34 variáveis de longo e curto prazo.
 
Variáveis de dinamismo sócio económico a curto-prazo (40 por cento do modelo) incluem mudanças recentes e projetadas no PIB e na população, tráfego de passageiros aéreos, presença de sedes corporativas e níveis recentes de investimento direto estrangeiro enquanto proporção da economia de uma cidade.
Variáveis de dinamismo do imobiliário terciário a curto-prazo (30 por cento do modelo) incluem as mudanças percentuais recentes e projetadas na absorção líquida e rendas de escritórios, construção de escritórios, construção de centros comerciais e rendas de retalho, volumes de investimento direto em imobiliário terciário e transparência do mercado imobiliário.
 
Variáveis de longo-prazo (30 por cento do modelo) que deverão determinar os pontos fortes económicos do futuro e o dinamismo do imobiliário, abrangem indicadores de incubadoras de elevado valor incluindo presenças de universidades e infraestruturas de educação, capacidade de inovação e presença de tecnologia e de empresas de capital de risco.
 
Jeremy Kelly comenta ainda que “enquanto a maior parte dos índices disponibiliza apenas uma imagem estática da competitividade de uma cidade, o CMI, ao fazer uma análise única sobre a combinação das variáveis de curto-prazo com as características sustentáveis de longo-prazo, oferece uma visão sobre a dinâmica de uma cidade e a sua adaptabilidade e sobre as caraterísticas do mercado imobiliário”.
 

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