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Lisboa

Imóveis da Europa e Médio Oriente lideram em Sustentabilidade Ambiental no Índice da Transparência Imobiliária 2016 da JLL


  • França lidera o ranking pela primeira vez
  • Abu Dhabi, Dubai, Roménia, Eslováquia e Suíça com progressos significativos
  • Finlândia entra no índice diretamente para a categoria “Transparente”

A França lidera, pela primeira vez, o Índice da Sustentabilidade Ambiental no Imobiliário da JLL, figurando na categoria de “Elevada Transparência” a par da Austrália, Reino Unido e Japão, graças à implementação de uma série de normativas no contexto da transição para uma economia com baixa emissão de carbono.

Já o Dubai estreia-se no grupo dos mercados “Semi-Transparentes”, graças à introdução de legislação que torna obrigatória a aplicação de processos de construção “green building” em novos edifícios residenciais, comerciais e públicos no Emirado.

Este Índice da JLL avalia a disponibilidade de um leque de ferramentas chave para a transparência ambiental dos 37 mercados mundiais que captaram 97% do volume global de investimento direto em imobiliário comercial ao longo de 2015.

Olhando para os resultados globais do Índice da Sustentabilidade Ambiental no Imobiliário 2016, o número de mercados que registou melhorias (17) nas suas classificações face à última edição desta tabela foi quase igual ao número de mercados cuja posição no ranking se manteve estática (13) ou caiu (3). O índice apurou ainda que as melhorias observadas em metade dos países monitorizados têm sido impulsionadas, sobretudo, pela introdução voluntária de standards mínimos de eficiência energética em edifícios já existentes.

Franz Jenowein, diretor e head of global sustainability research na JLL, comentou: “As questões relativas ao desempenho ambiental são amplamente conhecidas dos mercados globais, mas a criação de novas ferramentas e regulamentos normativos progride ainda a um ritmo lento. E continua a faltar às empresas, em demasiados destes países, um modelo claramente definido para o reporte e normativas sobre o carbono. Resta-nos esperar que o sucesso do Acordo de Paris sobre as alterações climatéricas em dezembro de 2015 possa estimular uma introdução mais vasta de instrumentos estandardizados para o reporte sobre as emissões de carbono”.

Os instrumentos voluntários complementares às ferramentas utilizadas para cumprir as normativas obrigatórias nesta área têm, por isso, um papel importante para impulsionar a transparência dos portefólios imobiliários para o nível seguinte. Por exemplo, o Global Real Estate Sustainability Benchmark (GRESB), que analisando um amplo leque de variáveis, assume-se como a ferramenta de benchmarking mais utilizada para analisar os portefólios de investidores, cobrindo atualmente 61.000 ativos em todo o mundo, num crescimento anual de 9%.

Destaques sobre as mudanças observadas nos diferentes mercados analisados:

  • A Finlândia foi uma das quatro novas entradas no ranking, juntamente com a Malásia, o Taiwan e a Tailândia, e ingressou diretamente para o grupo dos mercados “Transparentes”, figurando agora lado a lado com outros mercados mais avançados, como Singapura e a Alemanha.
  • A Suíça e os Estados Unidos transitaram do grupo dos países “Semi-transparentes” para o grupo dos mercados “Transparentes”.
  • A Eslováquia, a Roménia e a Coreia do Sul saíram do grupo dos mercados “Pouco transparentes” para a categoria dos “Semi-transparentes”.

Destaques chave sobre as medidas de sustentabilidade:

  • Os instrumentos de transparência ambiental mais comuns, os quais são referência no desempenho da transparência ambiental, são standards mínimos em termos de eficiência energética na construção de novos edifícios (obrigatório em 87% dos países). Os sistemas de certificação de green-building específicos para cada mercado estão publicamente disponíveis em aproximadamente dois terços (65%) de todos os países neste Índice.
  • O instrumento de medida da transparência menos disponível continua a ser o indicador do desempenho financeiro para os green buildings, que apenas está disponível em quatro dos 37 países analisados – Austrália, Canadá, França e a Nova Zelândia.
  • Os modelos de reporte das emissões de carbono foram instituídos como uma obrigação vinculativa em quatro mercados e como uma ferramenta voluntária em sete dos países analisados.


Nota:

O Índice da Transparência da Sustentabilidade Ambiental no Imobiliário é parte integrante da 9ª edição do Global Real Estate Transparency Index (GRETI), que analisa 109 mercados em todo o mundo e evidencia o progresso continuado na transparência do imobiliário comercial a nível global. Dois terços dos mercados registaram uma melhoria generalizada desde 2014. Tais melhorias estão geralmente correlacionadas com uma maior atividade de investimento direto estrangeiro e da ocupação de espaços corporativos, já que quer investidores quer corporações contribuem para acelerar as reformas necessárias à transparência e os governos reconhecem que a baixa transparência irá afetar a continuação do investimento interno, as perspetivas de crescimento económico a longo-prazo e a qualidade de vida dos cidadãos.

O Índice da Transparência da Sustentabilidade Ambiental no Imobiliário analisa 37 mercados que representam 97% do volume total de investimento realizado em imobiliário comercial a nível global em 2015. O Índice monitoriza as seguintes medidas de sustentabilidade:

  • Reporte das emissões de carbono
  • Benchmarking de consumo de energia
  • Desempenho financeiro
  • Certificação de Green Building
  • Cláusulas nos contratos de arrendamento referentes a medidas ambientais
  • Standards energéticos mínimos (edifícios existentes)
  • Standards energéticos mínimos (edifícios novos)

Visite www.jll.com/Transparency para aceder à versão integral do Global Real Estate Transparency Index, bem como a ferramentas interativas e a conteúdos multimédia adicionais.