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Lisboa

Office Flashpoint: Necessidade das empresas em aumentar instalações impulsiona ocupação de escritórios em janeiro

JLL foi responsável por metade da área colocada no primeiro mês do ano, reforçando a sua quota de mercado


​​​​​​Mais de 50% dos 13.717 m2 de escritórios negociados em Lisboa no primeiro mês do ano foram ocupados devido à necessidade das empresas em aumentar as suas instalações, revela a JLL no seu mais recente boletim Office Flashpoint. As duas maiores transações registadas foram as expansões da Fujitsu na Torre Oriente com 2.085 m2 e de uma empresa de serviços financeiros no Edifício Pórtico com cerca de 3.000 m2.

 ​​​A JLL mantém-se como uma das principais dinamizadoras da elevada atividade do mercado de escritórios e inicia o ano com uma performance de exceção, ao ser responsável por 50% da área colocada em janeiro, reforçando assim a sua quota face aos 40% com que encerrou o ano passado.

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"Janeiro dá continuidade à notória melhoria no tecido empresarial que marcou a ocupação de escritórios em 2017, com diversas empresas a mostrar intenção de expandir e melhorar os seus espaços, bem como de entrar no mercado nacional. Neste mês, mais de metade da absorção foi motivada pelo aumento de área e outros 5% pela entrada de novas empresas, o que elevou para cerca de 60% a absorção líquida, acima dos 53% médios registados em 2017", comenta Mariana Rosa, diretora de Office Agency da JLL.

 

Em janeiro, foram as empresas de TMT's e Utilities a franja mais ativa da procura, tomando 37% da área de escritórios, seguida das empresas de Serviços Financeiros, com um peso de 22%. Já em termos de destino, sobressaiu a Nova Zona de Escritórios – o eixo em torno da 2ª Circular, Campo Grande e Praça de Espanha, o qual concentrou 37% da absorção.

 

A atividade ocupacional de escritórios em janeiro cresceu cerca de 14% face ao mês de dezembro, embora tenha decrescido 24% face a igual mês do ano passado. Foram concretizadas 18 operações, numa área média de 762 m2.

 

"O volume de ocupação neste início do ano confirma o dinamismo do mercado e está alinhado com a ocupação média mensal observada em 2017", comenta ainda Mariana Rosa, que alerta, contudo, para a falta de oferta. "A escassez de edifícios novos e de qualidade é atualmente uma questão crítica que começa a limitar os níveis de atividade. Por isso, o ano de 2018 terá de ser um ano muito criativo na tentativa de continuar a responder à procura das empresas, que não dá mostras de abrandar. É urgente avançarmos para o desenvolvimento de novos edifícios de escritórios", termina.