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Chicago- Lisboa

Jones Lang LaSalle divulga resultados anuais e do 4º trimestre

Proveitos líquidos do trimestre ascenderam a $52 milhões, num crescimento homólogo de 26%


A Jones Lang LaSalle Incorporated (NYSE:JLL), empresa de serviços profissionais e financeiros especializados em imobiliário, reportou, de acordo com o standard contabilístico U.S. GAAP, proveitos líquidos de $52 milhões, $1,19 por acção, no trimestre terminado a 31 de Dezembro de 2009.
 
Estes resultados comparam com os $41 milhões, $1,17 por acção, no quarto trimestre de 2008. Ajustados a encargos não-monetários com co-investimentos e a despesas de reestruturação no trimestre, os proveitos líquidos do 4º trimestre de 2009 teriam ascendido a $63 milhões, $1,44 por acção. As receitas no 4º trimestre de 2009 totalizaram os $815 milhões, um acréscimo de 2% face aos $797 milhões em 2008, apesar de 3% abaixo em termos de moeda local. No mesmo período, o EBITDA ajustado ascendeu a $112 milhões.

As perdas líquidas para o ano terminado em 31 Dezembro de 2009 ascenderam a $4 milhões, $0,11 por acção, comparando com os $84 milhões, $2,44 por acção, para o ano anterior. Ajustados a encargos não-monetários com co-investimentos e a despesas de reestruturação, os proveitos líquidos do ano de 2009 teriam sido de $70 milhões, $1,75 por acção. As receitas anuais totalizam os $2,5 biliões, numa descida face a 2008 de cerca de 8% em dólares e de 5% em moeda local. Em termos anuais, o EBITDA ajustado foi de $239 milhões.
 
Destaques 2009

• Os proveitos líquidos do 4º trimestre ascenderam a $52 milhões, num crescimento de 26% face a igual período de 2008

• Performance sólida do Continente Americano, impulsionada pelo outsourcing empresarial e pela bem sucedida integração da Staubach

• A região da Ásia-Pacífico gerou resultados anuais bastante fortes, com uma melhoria dos níveis de transacção no 4º trimestre e um crescimento das receitas numa base anualizada

• O balanço fortaleceu com o pagamento de divida liquida de $334 milhões durante o ano
 
Os resultados anuais incluem $47 milhões de despesas de reestruturação, bem como $51 milhões de encargos não-monetários com co-investimentos. No primeiro caso, relacionam-se, sobretudo, com indemnizações por despedimento, além de custos de integração relacionados com as aquisições da Kemper e da The Staubach Company em 2008.
 
As despesas de reestruturação foram excluídas dos resultados operacionais por segmento, apesar de estarem incluídas para efeitos de balanço consolidado. Os encargos não-monetários estão relacionados sobretudo com imparidades dos investimentos da empresa em parcerias imobiliárias e estão incluídos nas perdas de capital quer no balanço consolidado quer por segmento.
 
Os resultados do 4º trimestre de 2009 incluíram $11 milhões de despesas de reestruturação, encetadas principalmente na região EMEA para reduções adicionais de pessoal, e $4 milhões de despesas não-monetárias com co-investimentos.
“Estamos muito satisfeitos com o encerramento forte de um ano muito difícil”, disse Colin Dyer, Chief Executive Officer da Jones Lang LaSalle. “ Apesar dos mercados se depararem com uma retoma lenta e imprevisível, as medidas que tomamos para proteger os nossos negócios e conquistar quota de mercado dão-nos confiança quanto às perspectivas para 2010”.

A empresa beneficiou de medidas profundas de controlo de custos tomadas em todas as linhas de negócio, no âmbito das reduções de pessoal e de despesas discricionárias. Excluindo as despesas de reestruturação, as despesas operacionais no 4º trimestre ascenderam a $722 milhões, acima dos $705 milhões no período homólogo, ou seja, 2% acima em dólares, mas 2% abaixo em moeda local.

Para o total do ano, as despesas operacionais, excluindo despesas de reestruturação, foram de $2,3 biliões em 2009, comparando com os $2,5 biliões em 2008, com descidas anuais de 8% em dólares e 5% em moeda local.

Em termos anuais, as despesas com os impostos sobre os proveitos foram superiores aos proveitos líquidos antes de impostos, resultando em perdas líquidas. A taxa fiscal efectiva de 23% no 4º trimestre é bastante mais representativa de uma taxa anual efectiva do que a empresa esperaria a longo-prazo.

Balanço

No final de 2009, o Balanço da firma relativamente ao serviço da dívida era de $175 milhões. A empresa reduziu a sua posição líquida neste âmbito em cerca de $334 milhões ao longo do ano, impulsionada pelos lucros resultantes da venda de acções em Junho de 2009, geração de capital, redução de gastos de capital e de aquisições. Durante o 4º trimestre, a empresa reduziu a sua dívida líquida em cerca de $164 milhões face ao trimestre anterior. A empresa cumpriu, assim, os requisitos contratuais no âmbito dos seus acordos com a banca.

Sumário

No centro de um ambiente de grandes desafios, a empresa continuou a empenhar-se junto dos seus clientes, protegendo paralelamente os seus negócios, posição de mercado e talentos de topo. Medidas de controlo de custos rigorosas e muito direccionadas tomadas durante o ano contribuíram para uma boa performance no 4º trimestre. A oferta pública de acções e a capacidade da empresa em gerar capital  resultaram no fortalecimento do Balanço no final do ano. Com o ritmo de recuperação distinto nos diversos mercados globais, a empresa tentará captar oportunidades emergentes através da alavancagem das suas posições de liderança de mercado e da manutenção do seu enfoque na redução de custos.

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